As vezes tu vê que as coisas precisam mudar e pra isso tu tens que mudar alguns hábitos.
A alguns dias eu tenho tido uma vontade de fica em casa, sem gente, sem nada só eu e as minhas coisas. To limpando o que já não se encaixa na minha vida e acho que Isso requer tempo, então eu to indo com calma.
Nem sempre a gente se da conta de que ta se expondo demais, nem os outros vêem isso. Alguém tem que chega e te dize “para de te expor, chega disso” pra tu realmente te dar conta de que a coisa toda ta errada. Eu até tinha me dado conta, mas me faltava coragem pra vira as costas, agora foi.
Hoje eu acordei e senti uma liberdade e uma felicidade tão grande que passei o dia bem humorada e pensando que hoje seria um dia novo e realmente foi. Algumas pessoas dizem que eu to afastada, talvez esteja, mas preciso desse tempo longe, sozinha e pra mim. Acho que ando um pouco desagradável, sem paciência e sem vontade de ter paciência com ninguém, então é bom eu fica longe um pouco. Poupo-me de possíveis stresses e curto minha mãe, coisa que tinha deixado de lado a tempo.
Acho que agora tudo vai se ajeita e o mais importante, eu vou voltar a ficar bem e sem depender de ninguém pra isso.
29 de abril de 2009
21 de abril de 2009
é...
Às vezes eu acho que as coisas não acontecem por acaso... Outrora as coisas parecem fatos aleatórios.
Eu me dei conta que ‘sozinha’ –talvez – eu não consiga mais caminhar, tenho tido uma necessidade muito grande de estar com os meus amigos, de sair, ver gente e principalmente de não pensar.
Passei algum tempo enganando a mim mesma, dizendo que tava bem e que tava forte. Era mentira e eu não tinha coragem de assumi nem pra mim nem pros outros que eu precisava de ajuda. É eu realmente consegui engana todo mundo muito bem, eu agüentei muitas coisas quieta e até conseguia sorri sem parecer ser forçado.
Às vezes a gente acha que consegue agüenta tudo, os nossos problemas e os dos outros, e não pedi ajuda, pensava assim e talvez depois de ontem eu não pense mais. Cheguei ao meu limite, não agüento mais nada, não suporto mais fingi que to forte, não vou mais fingi que não sinto nada e que eu sou de ferro. Uma criança é mais forte que eu – no momento. Talvez eu tenha visto que eu não consigo mais anda sozinha, preciso dos meus amigos pra continua. Preciso para de cuidar do mundo e achar que eu não preciso ser cuidada e que assim eu resolvo meus problemas. Tenho que ouvir mais e falar mais. Lições que a gente aprende – nem sempre – da melhor maneira.
Mas nada é mais gratificante pra alguém do que ver que, tu tens onde te afirmar e que aquilo sempre esteve ali, tu que não enxergava.
Tem coisas que não precisam ser ditas, pra tu saberes que elas “existem”, mas o mundo não é assim e as pessoas precisam que tu chegues e vomite tuas emoções nelas e daí elas quem sabe, pensem em se importar – ou não. Eu sempre tive medo de depender dos outros e principalmente dizer que preciso e dependo, mas o ser humano precisa dos outros, afinal, sozinho ninguém consegue ser feliz. Ontem eu aprendi muitas coisas algumas delas me machucaram muito e outras nem tanto.
Vi que eu não to forte, que preciso dos meus amigos, que eu to aprendendo a deixar as pessoas – realmente – fazerem parte da minha vida e não esconder delas a minha necessidade de ser cuidada aprendi a falar tudo sem me importa com os riscos e principalmente a me respeita.
Acho que dessa brincadeira toda eu me machuquei muito, mas aprendi também a me abrir mais e não deixar todo mundo longe de mim.
Perdi algumas coisas no caminho, mas talvez coisas que não fossem – deveras – necessárias. Mas coisas assim só nos fortalecem, mesmo que não instantaneamente, mas mais pra frente serão até engraçadas.
Tudo tem seu momento, as coisas talvez só demorem demais pra passar e até tudo ir embora... É praticamente uma guerra. Eu já venci algumas batalhas, então vamos lá!
Eu me dei conta que ‘sozinha’ –talvez – eu não consiga mais caminhar, tenho tido uma necessidade muito grande de estar com os meus amigos, de sair, ver gente e principalmente de não pensar.
Passei algum tempo enganando a mim mesma, dizendo que tava bem e que tava forte. Era mentira e eu não tinha coragem de assumi nem pra mim nem pros outros que eu precisava de ajuda. É eu realmente consegui engana todo mundo muito bem, eu agüentei muitas coisas quieta e até conseguia sorri sem parecer ser forçado.
Às vezes a gente acha que consegue agüenta tudo, os nossos problemas e os dos outros, e não pedi ajuda, pensava assim e talvez depois de ontem eu não pense mais. Cheguei ao meu limite, não agüento mais nada, não suporto mais fingi que to forte, não vou mais fingi que não sinto nada e que eu sou de ferro. Uma criança é mais forte que eu – no momento. Talvez eu tenha visto que eu não consigo mais anda sozinha, preciso dos meus amigos pra continua. Preciso para de cuidar do mundo e achar que eu não preciso ser cuidada e que assim eu resolvo meus problemas. Tenho que ouvir mais e falar mais. Lições que a gente aprende – nem sempre – da melhor maneira.
Mas nada é mais gratificante pra alguém do que ver que, tu tens onde te afirmar e que aquilo sempre esteve ali, tu que não enxergava.
Tem coisas que não precisam ser ditas, pra tu saberes que elas “existem”, mas o mundo não é assim e as pessoas precisam que tu chegues e vomite tuas emoções nelas e daí elas quem sabe, pensem em se importar – ou não. Eu sempre tive medo de depender dos outros e principalmente dizer que preciso e dependo, mas o ser humano precisa dos outros, afinal, sozinho ninguém consegue ser feliz. Ontem eu aprendi muitas coisas algumas delas me machucaram muito e outras nem tanto.
Vi que eu não to forte, que preciso dos meus amigos, que eu to aprendendo a deixar as pessoas – realmente – fazerem parte da minha vida e não esconder delas a minha necessidade de ser cuidada aprendi a falar tudo sem me importa com os riscos e principalmente a me respeita.
Acho que dessa brincadeira toda eu me machuquei muito, mas aprendi também a me abrir mais e não deixar todo mundo longe de mim.
Perdi algumas coisas no caminho, mas talvez coisas que não fossem – deveras – necessárias. Mas coisas assim só nos fortalecem, mesmo que não instantaneamente, mas mais pra frente serão até engraçadas.
Tudo tem seu momento, as coisas talvez só demorem demais pra passar e até tudo ir embora... É praticamente uma guerra. Eu já venci algumas batalhas, então vamos lá!
7 de abril de 2009
Às vezes a gente se da conta de que as coisas foram longe demais, quando nós já estamos longe o suficiente pra não poder fugir.
Aquele ser humano que sempre fugiu de sentimentos, se preservava ao Maximo e nunca deixava as coisas fugirem do controle se perdeu de tal forma no meio de um turbilhão de acontecimentos que não consegue mais se estrutura e muito menos não ser fria.
Se alguém me perguntasse como eu me sinto, sem sombra de duvida diria que não sinto nada. Alias, sinto, mas minha incapacidade de demonstra isso é tão grande que pro mundo eu to 100% firme quando na verdade eu to uma pasta de tão mole. Mas eu sempre pensei que ninguém precisava de uma pessoa fraca do lado, então não vai ser agora que eu vou ficar assim.
Os meus problemas, sentimentos e crises são meus problemas, crises e sentimentos. Ninguém tem nada haver com isso tudo e eu já me acostumei tanto a viver sozinha que não consigo me deixar ‘cuidar’ por ninguém. É por habito meu – quase sempre – cuidar dos outros e depois eu me viro comigo mesma. Tenho posto tudo que é meu de lado, há tempos porque as pessoas que eu amo precisam muito mais de mim do que eu delas.
Ontem eu li algo que reflete muito o que eu ‘faço’
Realmente é - sempre - assim, só que agora eu tenho tido uma necessidade de ser cuidada, mesmo que eu não deixe ninguém ver isso ela existe. Me sinto uma criança de tão vulnerável que eu to.
Tenho visto que as pessoas tentam parecer fortes e inquebráveis pros outros e que na real elas são tão frágeis quanto o resto, precisam de tanto cuidados quanto o resto e que ser forte é algo que da até pra chama de burrice. Porque tu naturalmente precisas dos outros pra tu ser realmente um ‘ser humano’ as pessoas precisam dos outros para serem felizes – não digo felicidade de casal e sim aquela felicidade singular – e se sentirem seguras.
Eu sempre fugi de tudo e de todos, nunca deixava ninguém chega perto de mim, não perto o suficiente pra me magoar e fazer eu mudar tudo e me dar conta de que a gente não vive sem sentimentos. Não sei como nem porque eu não consegui fugir dessa vez e deixei tudo correr solto. Tudo foi diferente até o motivo pelo qual eu me apaixonei...
Sim, lutei contra tudo pra não ter que admitir que o que eu sinto é paixão e que isso me mata por ser um sentimento que não vai embora, mesmo que seja um sentimento singular e particular a desgraça não vai embora e tão pouco se deixar ser dominada. Muitos dizem que eu tenho que expressar mais o que eu sinto. Porque? A simples fato de eu falar não vai mudar a vida de ninguém, a não ser eu que vou me sentir ridícula e patética por me expor a tal papelão. Então os meus sentimentos continuarão sendo – só e somente só – meus.
O que eu vou fazer? Tentar não ser o monstro que eu tenho vontade de ser, não pisar no que as pessoas sentem por mim só porque eu não consigo demonstra o que eu sinto por elas. Ter paciência e a máxima boa vontade de me doar sem pedi algo em troca – o que eu faço a 30 anos – e me re-estruturar de novo – mesmo que implique em eu voltar a ser a pedra que eu era . talvez eu não vire a pedra que eu era, tenho tentado muito ser mais plausível mas é difícil tu tentar te deixar levar por sentimentos quando o medo de sofrer é algo dantesco.
Mas é a vida não, meus caros? Daqui a pouco isso é passado e só restarão as risadas.
Aquele ser humano que sempre fugiu de sentimentos, se preservava ao Maximo e nunca deixava as coisas fugirem do controle se perdeu de tal forma no meio de um turbilhão de acontecimentos que não consegue mais se estrutura e muito menos não ser fria.
Se alguém me perguntasse como eu me sinto, sem sombra de duvida diria que não sinto nada. Alias, sinto, mas minha incapacidade de demonstra isso é tão grande que pro mundo eu to 100% firme quando na verdade eu to uma pasta de tão mole. Mas eu sempre pensei que ninguém precisava de uma pessoa fraca do lado, então não vai ser agora que eu vou ficar assim.
Os meus problemas, sentimentos e crises são meus problemas, crises e sentimentos. Ninguém tem nada haver com isso tudo e eu já me acostumei tanto a viver sozinha que não consigo me deixar ‘cuidar’ por ninguém. É por habito meu – quase sempre – cuidar dos outros e depois eu me viro comigo mesma. Tenho posto tudo que é meu de lado, há tempos porque as pessoas que eu amo precisam muito mais de mim do que eu delas.
Ontem eu li algo que reflete muito o que eu ‘faço’
Um amigo me chamou para cuidar da dor dele.
Guardei a minha no bolso.
E fui.
(Pálpebras de Neblina - Caio F.)
Realmente é - sempre - assim, só que agora eu tenho tido uma necessidade de ser cuidada, mesmo que eu não deixe ninguém ver isso ela existe. Me sinto uma criança de tão vulnerável que eu to.
Tenho visto que as pessoas tentam parecer fortes e inquebráveis pros outros e que na real elas são tão frágeis quanto o resto, precisam de tanto cuidados quanto o resto e que ser forte é algo que da até pra chama de burrice. Porque tu naturalmente precisas dos outros pra tu ser realmente um ‘ser humano’ as pessoas precisam dos outros para serem felizes – não digo felicidade de casal e sim aquela felicidade singular – e se sentirem seguras.
Eu sempre fugi de tudo e de todos, nunca deixava ninguém chega perto de mim, não perto o suficiente pra me magoar e fazer eu mudar tudo e me dar conta de que a gente não vive sem sentimentos. Não sei como nem porque eu não consegui fugir dessa vez e deixei tudo correr solto. Tudo foi diferente até o motivo pelo qual eu me apaixonei...
Sim, lutei contra tudo pra não ter que admitir que o que eu sinto é paixão e que isso me mata por ser um sentimento que não vai embora, mesmo que seja um sentimento singular e particular a desgraça não vai embora e tão pouco se deixar ser dominada. Muitos dizem que eu tenho que expressar mais o que eu sinto. Porque? A simples fato de eu falar não vai mudar a vida de ninguém, a não ser eu que vou me sentir ridícula e patética por me expor a tal papelão. Então os meus sentimentos continuarão sendo – só e somente só – meus.
O que eu vou fazer? Tentar não ser o monstro que eu tenho vontade de ser, não pisar no que as pessoas sentem por mim só porque eu não consigo demonstra o que eu sinto por elas. Ter paciência e a máxima boa vontade de me doar sem pedi algo em troca – o que eu faço a 30 anos – e me re-estruturar de novo – mesmo que implique em eu voltar a ser a pedra que eu era . talvez eu não vire a pedra que eu era, tenho tentado muito ser mais plausível mas é difícil tu tentar te deixar levar por sentimentos quando o medo de sofrer é algo dantesco.
Mas é a vida não, meus caros? Daqui a pouco isso é passado e só restarão as risadas.