26 de maio de 2011

Sou o resultado das minhas escolhas


Esses dias eu tava pensando em exatamente quem eu sou hoje em dia. Certeza da resposta eu na tenho, só sei de uma coisa, eu hoje em dia o sou o resultado das minhas escolhas.
Se tiver algo em mim que me deixa orgulhosa é que eu sempre – mesmo brigando muito – decidi os passos que daria e para onde isso me levaria.
Eu não sei dizer exatamente nada mais sobre mim, talvez tenham coisas que eu saiba...
Tipo;
Sou mimada, odeio ser contrariada, acho que é mal de filho único. Sou total viciada em cafeína e não sei como viveria sem café todos os dias.
Tenho verdadeiro pavor de baratas, surto mesmo, onde quer que eu esteja. Não me importo mais com o que os outros pensam de mim e aprendi isso com o tempo. Acho gente preconceituosa à maior ignorância do mundo. Acredito que o respeito e a gentileza poderiam salvar a humanidade do caos.
Escondo meus sentimentos e acho isso muito melhor do que me arriscar e sofrer em vão. Acho isso de que tu precisa demonstrar para realmente sentir, uma idiotice sem tamanho. Com palavras tu pode manipular a verdade e sentimentos são ditos em silencio.  
Odeio coisas estereotipadas. Algumas pessoas simplesmente não se classificam.
Acho à vida a coisa mais valiosa que se tem e poucas vezes vejo as pessoas vivendo ela, tirando proveito de tudo que podem, sendo e vivendo ao invés de ter e querer ser.
Não sei falar sobre o que eu sinto, parece algo crônico. Não sinto com facilidade.
Odeio calor, me irrita e eu detesto festa com gente suada e etc.
Adoro olhos azuis. Fico fascinada quando vejo alguém com olhos azuis.
Adoro o Adam Sandler, ele é simplesmente o cara pra mim; alias ele e o Vin Diesel.
Tenho quase uma tara por perfumes. Gosto de cheiros em geral, especiarias, comidas, flores, perfumes... Tudo.
Falo tudo que penso e creio que poucas vezes isso seja adequado. Tenho medo da reação das pessoas, por isso fico quieta quando não conheço ninguém.
Reconheço meus amigos pelo modo como andam, sei que precisam de mim só de olhar e acho isso algo muito singular.
Tenho medo de ser deixada e por isso não gosto de deixar ninguém chegar perto de mim.
Tenho um gênio do cão e brigo pra defender o que eu acho certo. Creio que ideais, foram feitos para serem defendidos. Tenho valores que não passo por cima e perco muito com isso porem, acho muito bom ter consciência limpa.
Analiso as pessoas mentalmente. Crio diálogos que nunca colocarei em pratica.
Adoro lápis de cor. Tudo colorido eu acho lindo. O mundo tem cores lindas, porque usar preto e branco?
Não tenho religião, mas, acho interessantíssimo conhecer varias religiões. Amo incensos e chás.
Nõ consigo sofrer eternamente e mesmo que seja forte, acho que tu precisas sempre ter coragem para seguir em frente.
Tenho um gosto musical extremo. Não sei ser meio termo; acho que o meio termo é para quem é brando e eu passo longe disso.
Acho que quem maltrata animais, não pode dizer que ama pessoas. Prefiro cães; gatos são independentes demais para mim.
Tenho um mecanismo de defesa e ele faz as pessoas acharem que eu simplesmente não me importo ou não sinto.
Às vezes acho que não sei sentir como todo mundo. Choro quando ninguém olha e sorrio como se nada nunca tivesse me magoado. Em algum canto dentro de mim, eu acredito no amor e em coisas sutis; isso só vem à tona quando eu vejo comedias românticas; minha TPM me enlouquece como doce, choro e até me apaixono instantaneamente. Depois tudo volta ao normal.
Acho que mentira nunca leva ninguém a nada; não sei perdoar.
Posso me apaixonar por um detalhe e o mesmo me fazer esquecer.
Sei muitas coisas... mas, só eu sei da grande maioria delas. Ninguém nunca chega tão perto para poder ver tudo que há em mim, talvez, um dia isso aconteça ou simplesmente eu seja só mais um mistério nada interessante que nunca foi desvendado.

23 de maio de 2011

do nada pra lugar nenhum.


Eu mudei tanto pra me adaptar ao mundo que hoje nao me vejo fazendo sentido algum; fiquei meio que um limbo do que eu era e o que eu pensava em ser. Me perdi talvez...
Tenho tentado agrada tanto todo mundo e vendo cada dia menos sentido em fazer isso. Eu me esforcei muito pra fazer tudo certo, pra não desistir e isso não me levo a lugar nenhum... Fui consertando erro por erro porem, eu no máximo fiquei cheia de remendos, só isso.
Porque é muito mais fácil reclama e achar defeitos do que reconhecer o que tem dado certo.
Irrito-me muito pensando que eu me mudei toda, sozinha e fiquei no mesmo lugar. Final, me abrir, me arriscar e não desistir não é algo fácil.  Nunca optei pelo mais fácil, mas o que é deveras complicado demais eu também não queria.  Mas, daí eu inventei moda e quis inovar, feita a bagunça.
Agora só eu vejo minhas mudanças e reconheço-as. Mas quem se importa com isso também.

18 de maio de 2011

jamais!

Nunca, jamais diga o que sente. Por mais que doa, por mais que te faça feliz. Quando sentir algo muito forte, peça um drink.

desacostume-se.

Eu voltei pra minha zona de conforto – se pe que eu já sai dela algum dia ou fiquei muito tempo fora dela. Mas, o problema não é sair ou voltar e sim me desacostumar com as coisas. Eu odeio criar um habito e não poder mais ter ele. Fico meio que num limbo sem saber o que fazer; de repente tu planeja varias coisas e outrora tu fica “ah mas, eu..”. odeio ter que esquecer as coisas, deixar elas de lado e me desabituar.
Por isso eu odeio tanto que as pessoas entrem na minha vida, pra não correr o risco delas irem embora. Já lidei demais com isso e hoje em dia fico no automatico já, esperando que uma hora isso aconteça.

17 de maio de 2011

sometimes..

See I've been known to fall in love
But sometimes love just is not enough
And my heart will stray
Before too long

seguro.

eu pensava esses dias que era bom eu nao estar sozinha, que dessa vez as coisas eram diferentes e que mesmo o mundo desabando na minha cabeça; tava tudo bem.

hoje, vejo a realidade de que só eu nao via as coisas do modo certo, me basto com pouco, desejo pouco e erro fazendo isso. tenho cá comigo a ideia de que se eu cobrasse amor, presença, tudo que todo mundo faz eu nao saberia o que fazer. não sei depender das pessoas e nem sei exigir delas o que preciso - mesmo que seja minimo e acabo por ficar em silencio.
o fato de ser emocionalmente independente de qualquer um me faz ficar sozinha mesmo que esteja acompanhada.

erro ao pensar que ajo do jeito certo sendo assim mas, é o mais seguro pra mim.
Fazer só o que é certo, não é o suficiente, vai alem disso.  Onde e o que é esse alem, não sei e talvez nunca saiba.

mais perdendo que ganhando..

Eu tenho um problema sério – muitos na verdade – que é o de não me deixar levar, de não sentir tudo e pensar demasiadamente.
Isso me rende na grande maioria das vezes um nada gigantesco. O que é de se esperar afinal, quem vai aguentar isso sem se abalar? Ninguem,  até onde eu sei.
Me sinto péssima por ser assim, por não saber ser diferente e por dificilmente alguem entender isso em mim.  Mas creio eu que as coisas sejam assim, sem muitas explicações. Minha promessa de mudar, nunca teve a pretensão de ser algo que fosse me mudar da agua pro vinho mas, tinha a intenção sim de não me fazer fugir das pessoas. Funciono, eu fiquei firme e forte, não fugi e nem fiquei indiferente mas, só isso não basta. E o que é preciso, eu nao sei fazer e nem sei como faria... covardemente eu prefiro nao saber, pois assim, correria o risco de me machucar.
Eu ainda preciso aprender a sentir, talvez sem pensar e ver as coisas de um modo mais “bonito” e não tão realista. Isso é conversa pra quando eu crescer, não agora.
Enfim, essa sou eu mais perdendo do que ganhando mas, de uma forma tosca, arriscando – mesmo que seja pra perder o resto que tenho – e tentando não errar.