1 de agosto de 2012

metade chora e a outra sorri.


Hoje eu queria ligar pra alguém e poder contar o passo que eu dei, sem soar só como uma notícia ou uma amiga contando algo. Não tive em mente quem pudesse ser essa pessoa.
Ninguém ia comemorar comigo ou iria sentir o orgulho que só quem ama mesmo sente.  Vi em pouquíssimas pessoas esse tipo de orgulho e raras foram as exceções.
É uma felicidade camuflada, porque parece muito felicidade, mas é só êxtase de momento. Tenho essa certeza comigo.
Nenhuma conquista tem sentido quando tu não tens alguém que te encoraje pra ir além do “planejado”. Todos olham com cautela e não sonham junto.
Um peito vazio é bem difícil de preencher de momentos de êxtase.
De um lado o sorriso de quem começa a trilhar um caminho e do outro a lágrima de quem tem meio sorriso e metade de felicidade sempre.

5 de março de 2012

a tranquilidade volta..


E ultimamente tenho sentido uma calma, uma paz e claro que isso pode ser estragado a qualquer segundo. Não tenho uma estrutura firme mais, ela é e vai ser instável por muito tempo ainda.
Ando com a casa nas costas, vivo no incerto com quase tudo e só algumas certezas permaneceram.
Tenho vivido no automático e às vezes até tenho um quê de felicidade mas, ao tenho mais consciência do que é ser feliz realmente. Sorrio sempre, mesmo quando quero morrer chorando, porque fica mais fácil lidar com a vida, sorrindo e isso eu aprendi a pouco tempo.
Tenho vontade de consertar tudo, todos e queria que todos fossem felizes, porque acho que é uma forma de eu tentar ser feliz.
Vai entende né?
Na faço mais sentido, mas, tento ser coerente, ao menos.