26 de agosto de 2011

parei.


Sabe algo que eu fico pensando é que as pessoas têm tudo que pedem e por serem cegas, jogam tudo pro ar. Acho que a gente sempre perde o que pede por não saber olhar.
Olhos viciados, distração ou só o habito de só reclamar sem saber que tem e não enxerga. Essa coisa de eu ser meio perdida fez com que eu me tornasse a pessoa mais insegura quando o assunto é ‘tomar atitude’ .
Porque? Simples, de tanto fazer e só ouvir “ta errado” eu acabei por não querer mais causar problemas. Parei.

6 de julho de 2011

espaço demais.


Certas coisas só podem dar certo se não houver desistência é aquele “quase” que sustenta todo o resto. Agora não tem mais espaço pra mim e eu não tenho espaço pra ninguém ficar longe só observando.  Alias esse papel sempre foi o meu, creio que nunca me deixei ficar perto demais de situação alguma.
Confuso isso não é?! Logo eu que sempre quis espaço e toda distancia dizer que ficar longe, não me serve e tu, que tanto tentou me fazer ficar perto não tens como me manter mais assim.
Ironia da vida pra dizer “é, não vai dar.”
Teimosia demais pra desistir ou só a vontade de que aquilo desse mais certo do que poderia.
Sempre penso que isso me fez crescer um pouco como pessoa, aprendi que meu distanciamento das pessoas machuca e que todo mundo precisa de mais do que todo mundo é capaz de dar, em parte isso é normal e outrora é um peso.
Eu ainda não entendo nada de sentimentos e muito menos da necessidade alheia, mas, um dia quem sabe eu aprendo se eu não desistir até lá, é claro.

detalhes.

Tem coisas que mesmo que tenham sido sutis, tem uma importância muito grande e poucas pessoas conseguem ver isso, geralmente passa despercebida.

Detalhes sempre são relevantes, porem, nem sempre valorizados.

quase um circo..


Eu acho engraçado quando não sei o que eu sinto e como na grande maioria das vezes eu não sei, minha vida sentimental é quase um circo pra mim e pra qualquer outra pessoa.
Às vezes é irritante, afinal, qualquer ameba sabe dizer o que sente e ter certeza do mesmo. Só eu que não. Posso ter toneladas de sentimentos e nem assim me declarar. Admiro quem tem essa coragem e toda discrepância com o que sente ao certo, queria saber ser assim.
Correr riscos não é meu forte, tem horas em que até tento, mas, tenho um medo grande de me sentir ridicularizada.
Prefiro sempre me calar e querer em silencio.

26 de maio de 2011

Sou o resultado das minhas escolhas


Esses dias eu tava pensando em exatamente quem eu sou hoje em dia. Certeza da resposta eu na tenho, só sei de uma coisa, eu hoje em dia o sou o resultado das minhas escolhas.
Se tiver algo em mim que me deixa orgulhosa é que eu sempre – mesmo brigando muito – decidi os passos que daria e para onde isso me levaria.
Eu não sei dizer exatamente nada mais sobre mim, talvez tenham coisas que eu saiba...
Tipo;
Sou mimada, odeio ser contrariada, acho que é mal de filho único. Sou total viciada em cafeína e não sei como viveria sem café todos os dias.
Tenho verdadeiro pavor de baratas, surto mesmo, onde quer que eu esteja. Não me importo mais com o que os outros pensam de mim e aprendi isso com o tempo. Acho gente preconceituosa à maior ignorância do mundo. Acredito que o respeito e a gentileza poderiam salvar a humanidade do caos.
Escondo meus sentimentos e acho isso muito melhor do que me arriscar e sofrer em vão. Acho isso de que tu precisa demonstrar para realmente sentir, uma idiotice sem tamanho. Com palavras tu pode manipular a verdade e sentimentos são ditos em silencio.  
Odeio coisas estereotipadas. Algumas pessoas simplesmente não se classificam.
Acho à vida a coisa mais valiosa que se tem e poucas vezes vejo as pessoas vivendo ela, tirando proveito de tudo que podem, sendo e vivendo ao invés de ter e querer ser.
Não sei falar sobre o que eu sinto, parece algo crônico. Não sinto com facilidade.
Odeio calor, me irrita e eu detesto festa com gente suada e etc.
Adoro olhos azuis. Fico fascinada quando vejo alguém com olhos azuis.
Adoro o Adam Sandler, ele é simplesmente o cara pra mim; alias ele e o Vin Diesel.
Tenho quase uma tara por perfumes. Gosto de cheiros em geral, especiarias, comidas, flores, perfumes... Tudo.
Falo tudo que penso e creio que poucas vezes isso seja adequado. Tenho medo da reação das pessoas, por isso fico quieta quando não conheço ninguém.
Reconheço meus amigos pelo modo como andam, sei que precisam de mim só de olhar e acho isso algo muito singular.
Tenho medo de ser deixada e por isso não gosto de deixar ninguém chegar perto de mim.
Tenho um gênio do cão e brigo pra defender o que eu acho certo. Creio que ideais, foram feitos para serem defendidos. Tenho valores que não passo por cima e perco muito com isso porem, acho muito bom ter consciência limpa.
Analiso as pessoas mentalmente. Crio diálogos que nunca colocarei em pratica.
Adoro lápis de cor. Tudo colorido eu acho lindo. O mundo tem cores lindas, porque usar preto e branco?
Não tenho religião, mas, acho interessantíssimo conhecer varias religiões. Amo incensos e chás.
Nõ consigo sofrer eternamente e mesmo que seja forte, acho que tu precisas sempre ter coragem para seguir em frente.
Tenho um gosto musical extremo. Não sei ser meio termo; acho que o meio termo é para quem é brando e eu passo longe disso.
Acho que quem maltrata animais, não pode dizer que ama pessoas. Prefiro cães; gatos são independentes demais para mim.
Tenho um mecanismo de defesa e ele faz as pessoas acharem que eu simplesmente não me importo ou não sinto.
Às vezes acho que não sei sentir como todo mundo. Choro quando ninguém olha e sorrio como se nada nunca tivesse me magoado. Em algum canto dentro de mim, eu acredito no amor e em coisas sutis; isso só vem à tona quando eu vejo comedias românticas; minha TPM me enlouquece como doce, choro e até me apaixono instantaneamente. Depois tudo volta ao normal.
Acho que mentira nunca leva ninguém a nada; não sei perdoar.
Posso me apaixonar por um detalhe e o mesmo me fazer esquecer.
Sei muitas coisas... mas, só eu sei da grande maioria delas. Ninguém nunca chega tão perto para poder ver tudo que há em mim, talvez, um dia isso aconteça ou simplesmente eu seja só mais um mistério nada interessante que nunca foi desvendado.

23 de maio de 2011

do nada pra lugar nenhum.


Eu mudei tanto pra me adaptar ao mundo que hoje nao me vejo fazendo sentido algum; fiquei meio que um limbo do que eu era e o que eu pensava em ser. Me perdi talvez...
Tenho tentado agrada tanto todo mundo e vendo cada dia menos sentido em fazer isso. Eu me esforcei muito pra fazer tudo certo, pra não desistir e isso não me levo a lugar nenhum... Fui consertando erro por erro porem, eu no máximo fiquei cheia de remendos, só isso.
Porque é muito mais fácil reclama e achar defeitos do que reconhecer o que tem dado certo.
Irrito-me muito pensando que eu me mudei toda, sozinha e fiquei no mesmo lugar. Final, me abrir, me arriscar e não desistir não é algo fácil.  Nunca optei pelo mais fácil, mas o que é deveras complicado demais eu também não queria.  Mas, daí eu inventei moda e quis inovar, feita a bagunça.
Agora só eu vejo minhas mudanças e reconheço-as. Mas quem se importa com isso também.